Imagino que você já ouviu falar sobre bullying e como essa prática pode afetar uma pessoa de forma grave e abrangente.

Caso você não conheça, o bullying é caracterizado por agressões intencionais e repetitivas contra uma pessoa, sejam elas físicas e/ou verbais, e que podem ocasionar agravos tanto físicos como psicológicos. 

Vários estudos demonstram que essa prática tem graves consequências e infelizmente é comum em ambientes onde convivem indivíduos distintos, como escolas e empresas. Além de gerar queda no desempenho do estudante ou profissional agredido, também pode causar transtornos psicológicos, distúrbios alimentares e agressividade.

Em resumo, ser maltratado faz mal. Simples assim.

Talvez você que lê esse texto possa ter sofrido ou até praticado bullying, e quem sabe já sentiu na pele quanto isso doeu em você, ou em alguma outra pessoa próxima.

Mas você já parou para pensar na maneira que você se trata? Aquela sua ‘voz interior’ repetitiva, como ela se comunica com você? Qual é o tom dessa voz, desse dialogo interno? 

Um tempo atrás, motivado pela minha esposa, eu parei para pensar nisso. E a descoberta foi bem assustadora. Percebi que a minha ‘voz interior’ me cobrava o tempo todo. Eu não me dava o tempo para relaxar. Nada de carinho, sensibilidade e compreensão… ou seja, eu me maltratava muito.

Independentemente se a gente sofre bullying ou não, todos nós encontramos desafios na vida. Agora, a maneira que a gente se trata é escolha exclusivamente nossa. Não precisamos sofrer bullying “externo e nem interno”, um já seria mais que suficiente! rs

O primeiro passo para melhorar a nossa auto comunicação é fazer uma pausa para nos observar. Refletir um pouco no assunto, tomar consciência. E podemos fazer isso por meio da presença e auto observação, práticas que nos capacitam para ter uma percepção melhor dos nossos estados mentais e seus impactos emocionais.

Assim que a gente enxerga o que pode melhorar, já pode iniciar o processo.

Particularmente eu gosto de lembrar que eu sou meu melhor amigo, e que tenho que aconselhar a me tratar bem. Hoje busco ter uma comunicação apoiadora e ao mesmo tempo transparente comigo mesmo. E aceitar e acolher minhas imperfeições. Em vez de me colocar lá embaixo, tento abrir caminhos para enxergar oportunidades nos desafios. Exatamente como busco fazer com os meus amigos e pessoas que passam pela minha vida.

Obviamente, de vez em quando, ainda caio na armadilha da autocobrança. Mas só o fato de aceitar as minhas imperfeições, já ajuda muito.

Uma outra prática que me beneficia muito são as meditações guiadas, principalmente aquelas focadas em auto aceitação e perdão. No Zen temos várias opções, e curto demais fazer essas práticas nos momentos em que eu preciso de um apoio extra.

Por último, as afirmações positivas, que também tem me apoiado muito nessa jornada! Minha dica para você que nunca teve contato com as afirmações, é ler o livro ‘Você pode curar a sua vida’ da Louise Hay. Basicamente pela força da repetição, é possível mudar quadros mentais de negativos para positivos, é IMPRESSIONANTE como funciona para tudo. Também temos afirmações positivas no Zen, é só entrar lá, buscar pelo termo e conferir o poder transformador da prática.

Espero que esse texto possa te fazer refletir e, principalmente, se tratar com ainda mais respeito, amor, transparência e acolhimento.

21/09

Crica Wolthers

Dinamarquês-brasileiro, pai, marido, empreendedor, Co-fundador e CEO do Zen.

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Quem é crica
Christian ‘Crica’ Wolthers
Dinamarquês-brasileiro, pai, marido, co-fundador do Zen, investidor anjo, apresentador do Crica das Plantas e palestrante.
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